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Kombucha feita ao som do mantra budista “sutra do coração” tem só na Ewe

A empresa chama atenção pelo cuidado que tem na fabricação artesanal da bebida: pensamento, falas, meditação e o respeito do processo natural de fermentação.

 

A Ewe/ Yuka teve apenas 20 dias para se organizar para expor pela primeira vez na Naturaltech. Recém-chegada em São Paulo, a marca da Chapada dos Veadeiros (GO) produz a bebida Kombucha em micro lotes, respeitando o alimento como algo que nutre o corpo e também a alma.

Por isso, a produção artesanal é totalmente cuidadosa. “Temos atenção com os nossos pensamentos, falas e envasamos a bebida ao som do mantra budista Prajnaparamita, o ‘sutra do coração’, o que contextualiza o processo de iluminação”, revela o diretor da marca, Afranio Medeiros.

Além do mantra emanado na hora do envase, a Ewe respeita também o tempo natural de fermentação do produto. “No inverno, a fermentação é quatro vezes mais longa. Ao invés de criarmos um clima artificial, nossa solução foi aumentar o volume de produção para dar conta da demanda, afinal respeitamos o SCOBY, que é um ser vivo”, complementa o diretor.

“Iniciamos nossas atividades em São Paulo no começo do ano e não temos tanto o feedback do consumidor como tínhamos na Chapada dos Veadeiros. Tivemos apenas 20 dias para nos organizar para participar da Naturaltech como expositor. E essa correria valeu muito a pena, pois reacendeu nossa chama de ouvir do público a opinião deles do nosso produto. Além disso, abrimos novos mercados. Empresários de Santa Catarina, Rio de Janeiro e Minas Gerais foram bem enfáticos em nos convidar para levar até o mercado deles a nossa kombucha”, comemora Afranio.

Trajetória

Afranio começou a produzir a kombucha na sua própria casa em 2014, após ganhar um SCOBY de um amigo. A partir daí, iniciou-se um desafio entre eles para ver quem produzia os melhores sabores. Os 8 mil habitantes da cidade Alto Paraíso, na Chapada dos Veadeiros (GO), foram os responsáveis pelo feedback que permitiu melhorias no produto que hoje chegou ao mercado paulistano.

“O processo continua igual como começou na minha casa, por isso muitos consumidores nos elogiam e se identificam com o nosso produto. O cuidado que empregamos é válido para todas as etapas, inclusive a final, que é o envase, a última respiração que a kombucha dá em nossa mão”, finaliza Afranio.

 

Fonte: Primeira Página

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