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Publicado em:
13
11/2018

Alimentação vegana começa pela compra do alimento certo

Nutricionista dá dicas para evitar confusão na hora de ler os rótulos e identificar componentes de origem animal



Metatags: Vegano, Nutricionista, Gelatina, Albumina, Ômega 3.

Nem sempre os rótulos são claros quanto aos componentes presentes nos alimentos, e quando se trata de produtos veganos, é ainda mais importante redobrar a atenção. É isso que recomenda a nutricionista Esther Vitorazzi, que sugere que se leia as embalagens para entender quais ingredientes podem ter origem animal e potencial para confundir o consumidor, como, por exemplo, gelatina, leite em pó e ômega 3.

É cada vez mais comum conhecer pessoas que aderem à alimentação vegana, seja por saúde ou por ideologia. No entanto, encontrar produtos industrializados veganos e de procedência confiável é um grande desafio.

Para quem busca seguir uma alimentação vegana com segurança, tendo a certeza de que não estará ingerindo ingredientes de origem animal, Esther preparou um guia sobre o que consumidor precisa se atentar.

Selo Vega: A maneira mais fácil e segura de identificar um produto vegano é verificar se ele possui o Selo Vega em sua embalagem. Ele é emitido por instituições certificadoras, o que garante que naquele produto não haverá nenhum ingrediente de origem animal.

Porém, ainda não são todas as embalagens que contêm o selo. “Em casos assim, aprender a ler o rótulo é a melhor opção”, conta Esther. Esta tarefa, porém, não é fácil, pois os rótulos nem sempre são detalhados. “Para quem é novato neste tipo de alimentação, vale a pena consultar um especialista ou entrar em contato com o fabricante”, alerta.

Aprenda a ler rótulos: O vegano está acostumado a ler o rótulo de todos os produtos que compra, mas é necessário se atentar às informações escondidas nas embalagens. Alguns ingredientes podem confundir a cabeça do consumidor. O aroma natural, por exemplo, pode ser tanto de origem animal quanto vegetal.

Outros ingredientes que normalmente causam confusão são ômega 3, albumina, lecitina e vitamina A. Se o rótulo do produto indicar alguns desses componentes, o alimento pode não ser 100% vegano. A melhor forma de se certificar que o componente é de origem vegetal é ligando no SAC da empresa para tirar a dúvida.

Conheça os ingredientes: Segundo Esther, é importante conhecer os ingredientes que em 100% das ocasiões vão possuir algum tipo de origem animal. “Muita gente acha que a gelatina comum, por exemplo, pode ser introduzida na alimentação vegana. No entanto ela possui uma proteína transparente que se extrai de tecidos animais”, explica. Há opções de gelatinas veganas no mercado, que são feitas de ágar-ágar ou kanten, uma substância extraída de algas vermelhas.

Outros ingredientes que possuem origem animal são: leite em pó, caseína, vitamina D3 e Carmin. Uma dica é observar se o produto contém colesterol. Em caso positivo, ele terá algum ingrediente de origem animal.

Chocolate vegano, existe sim!: Não é porque a pessoa virou vegana que não pode mais comer chocolate. Há várias marcas que não levam ingredientes de origem animal, como a manteiga e o leite.

Geralmente, eles são amargos e com alto teor de cacau. “Mas mesmo o chocolate com alto teor de cacau pode ter elementos de origem animal. Apesar de não ter leite, o produto pode conter manteiga, ricinoleato de origem animal e glicerina.” A profissional indica também verificar a presença de mel ou albumina, ingredientes comuns nos chocolates crocantes.

Fonte: Primeira Página, com matéria da Revista News


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